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A interessante história do gelo seco

O gelo seco é o nome comum para a forma sólida do dióxido de carbono (CO2). Ele é um gás incolor, insípido, inodoro e encontrado naturalmente em nossa atmosfera. Entretanto, está presente em quantidades relativamente pequenas (mais ou menos 0.03% por volume) e é um dos gases mais importantes que nós conhecemos.

O CO2 é particularmente útil para congelar e manter as coisas congeladas, devido à sua temperatura muito fria: -78.5 ° C. Ele é amplamente utilizado porque é fácil de congelar e fácil de manusear, usando luvas isolantes. Além disso, o gelo seco é um produto natural que não agride o meio ambiente, pois não deixa resíduo tóxico, retornando para a atmosfera ao evaporar como gás carbônico.

História do gelo seco
O primeiro a fazer um registro sobre gelo seco na história foi o químico francês Thilorier. Em 1835, ele abriu um cilindro com uma grande quantidade de dióxido de carbono para observá-lo em forma líquida. Uma certa quantidade evaporou e deixou um bloco de gelo seco sólido na parte inferior do recipiente.

Durante 60 anos, o gelo seco foi observado em laboratórios universitários, mas não era prevista sua aplicação prática. Depois, começou a ser usado de maneira comercial. O primeiro uso comercial para o gelo seco nos Estados Unidos foi registrado em 1925, quando foi feito o primeiro extintor de incêndio com CO2. Em seguida, foram testados outros usos para ele.

Ao longo dos anos, o gelo seco vem sendo sendo aplicado de diversas maneiras e em diferentes segmentos. Hoje, ele é usado no transporte de produtos laboratoriais e no entretenimento, além de seu uso industrial e comercial, incluindo o congelamento e a remessa de alimentos, encaixe metálico, jateamento de gelo seco, e muitas outras finalidades.